
Projetado por Roberto Longhi, este monoplano metálico de asa baixa, trouxe importantes avanços para a
linha de montagem da Reggiane. Altamente manobrável (sendo muito superior ao Messerschmitt Bf 109E e ao biplano
Fiat CR.42), este aparelho foi preterido pela Regia Aeronautica por questões políticas, em favor dos Macchi C.200,
Fiat G.50 e até do CR.42. Sua única desvantagem era seu fraco e pouco confiável motor.
Foram produzidos cerca de 170 aparelhos, onde a grande maioria foi exportada para a Suécia, Hungria e
quase foram adquiridos pela RAF. Os poucos
exemplares que voaram pela Regia foram incorporados pelo 23° Gruppo Autonomo, 74ª Squadriglia
(Sezione Sperimentale), comandada pelo Capitano Pietro Calistri. O serviço operacional dos Re.2000
Falco (Falcão) encerrou-se em setembro de 1942.